Eu sou o vento. O rei da liberdade, aquele que vai onde quiser, da forma que quiser, respeitando os limites do meu mundo. Eu faço o que quero, do jeito que quero, com quem eu quero. Dentro do meu mundo, eu estou em todos os lugares, a tudo em posso ver, a todos eu posso falar.
Eu sou o ar. O arauto da sinceridade, aquele pelo qual todos podem ver. Eu não escondo nada, faço o que tenho vontade e permito que todos façam o que quiserem, dentro dos seus próprios limites.
Eu sou o sopro da vida. Não nego a ninguém o direito a ela. Ante mim, todos são iguais. Eu forneço o que posso a todos, e todos precisam de mim.
Eu sou a tempestade. Aquele que refresca e que mata. Aquele que entra no corpo de todos, mas que destrói se preciso aquilo que qualquer um, mesmo me usando o máximo possível, custou anos e anos para construir. Aquele que, pouco a pouco pode fazer a diferença até para uma montanha.
Eu sou uma parte da natureza. Não sou justo, nem injusto. Nem sobrenatural, nem mágico. Eu sou só o vento.
